terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A chegada dos professores 2013

Preparando o CEI para a chegada das crianças, famílias e professores 

Essa é uma época em que todas as Unidades estão a "todo vapor" se preparando para a chegada das crianças, famílias e professores.



Nesse ano no CEI Waltinho não foi diferente!


Mesmo antes da chegada dos professores, crianças e famílias já temos trabalhado bastante por aqui.


Organizando os prontuários e documentações de professores e crianças, efetuando as matrículas e preparando o acolhimento de todos.



Organizando espaços, inventariando, recuperando  brinquedos e materiais






Cuidando,otimizando e criando novos espaços,




 Preparando as pautas e registros dos primeiros encaminhamentos



Fazendo a limpeza e organização das salas e espaços coletivos






Queríamos que todos se sentissem acolhidos e esperados , por isso decoramos nosso corredor com fotos da nossa equipe, das crianças e do trabalho realizado no CEI nos últimos anos .



Assim, toda a equipe poderia relembrar o percurso construído pelo nosso trabalho...


...e quem chegava, podia conhecer um pouco sobre nós e sobre nossa proposta. 




As salas traziam a a foto e o nome dos professores de cada agrupamento e a listagem das crianças de cada turma para que os pais e familiares pudessem conhecer  os professores de seus filhos.




Tudo foi sendo preparado com muito cuidado . 
Agora, os nossos professores estavam chegando e, como fazemos todos os anos, preparamos um café bem gostoso para recebê-los:


Foi bom tê-los de volta!


Abraços, conversas e prazer em se estar junto



Todos presentes,  era hora de "por a mão na massa" e preparar nossos espaços para a chegada dos nossos pequenos e de suas famílias.


CAIXAS DE HISTÓRIA


A importância de se contar histórias para as crianças


"São as histórias que nos abrem os ouvidos de ouvir e os olhos de ver, construindo a espécie humana" 

Tatiana Belinky


A história é uma narrativa que se baseia num tipo de discurso oral calcado no imaginário de uma cultura.





Contar histórias aos pequenos  pode ajudar a introduzi-los num universo de fantasia e são um convite ao mundo da ficção e da riqueza da linguagem literária. 

Por meio delas podemos enriquecer as experiências infantis, desenvolvendo diversas formas de linguagem, ampliando o vocabulário, formando o caráter, desenvolvendo a confiança na força do bem, proporcionando a ela viver o imaginário.


Além disso, as histórias estimulam o desenvolvimento de funções cognitivas importantes para o pensamento, tais como a comparação (entre as figuras e o texto lido ou narrado) o pensamento hipotético, o raciocínio lógico, pensamento divergente ou convergente, as relações espaciais e temporais (toda história tem princípio, meio e fim ) Os enredos geralmente são organizados de forma que um conteúdo moral possa ser inferido das ações dos personagens e isso colabora para a construção da ética e da cidadania em nossas crianças. Cláudia Marques Cunha Silva







O contar e ouvir histórias remete a essa prática histórica da oralidade, proporcionando aos ouvintes uma oportunidade para desenvolver a imaginação, enriquecer o vocabulário e completar experiências. 


Na formação de uma criança, ouvir histórias é o início da aprendizagem para ser um leitor, e r um caminho infinito de descobertas e compreensão do mundo. O contador trabalha a linguagem oral abrindo caminhos para que aprendamos a falar, escrever, ler e pensar melhor.Portal da Prefeitura de São Paulo







Há muitas formas de se enriquecer uma contação...  






...e a caixa de história é uma delas.

A partir das discussões de formação, os professores do CEI Waltinho construíram várias caixas de história . 
A criação desse material tem por objetivo enriquecer e qualificar  os momentos de contação e reconto de história com as crianças.


Caixas e cestos começaram a aparecer e aos poucos foram se transformando em belas caixas de história.




Tinha caixas onde cada um dos lados contava uma parte da historia...


Tinha “História por um fio” onde uma caixa se abre e um fio  traz os elementos que apoiam a contação



Tivemos até a versão "duble face" das caixas de história:
De um lado : O cravo e a rosa De outro, João e Maria


Caixas de Sombras, objetos de contação...e muitas muuuiiitas histórias para se contar!! 






Conheça um pouco mais as caixas construídas pelos professores do CEI Waltinho:

   
 







quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Arte para além do lápis e do papel


Professora Clotilde Muniz Pires Reis
Minigrupo II B 



Alimentada pelas nossas discussões de formação e com o objetivo de proporcionar vivências de exploração, expressão e criação para nossas crianças do mini grupo II-B, elaborei uma oficina diferenciada de pintura.

Em nosso solário, sobre mesas foram oferecidos diferentes objetos riscantes tais como: pincéis, pentes, esponjas, escovas, e até mesmo os dedos. Para otimizar esta atividade,  disponibilizei variadas cores de tinta lavável para a pintura de objetos  do cotidiano como:  caixas e sacolas de papelão, vasilhas plásticas,  galões, pratos  e garrafas plásticas, peças de vestuário, canecas, bule de alumínio e calçados usados.
  
Ainda é muito comum pensar em atividades de arte restritas ao lápis, papel e modelos prontos. Mas para  que  possamos realmente ampliar o processo de criação e expressão das crianças, devemos propor atividades diferenciadas. 
Inspirada pelas imagens do livro Baby-Arte (recomendação de leitura), organizei um momento de vivências diferenciadas para os pequenos.

Preparar antecipadamente o ambiente é muito importante e pode ser decisivo para favorecer as experiências vividas pelas crianças, assim como, buscar sempre diversificar os materiais oferecidos.
“Para que as crianças possam criar suas produções, é preciso que o professor ofereça oportunidades diversas para que elas se familiarizem com alguns procedimentos ligados aos materiais utilizados, aos diversos tipos de suporte e para que  possam refletir sobre os resultados obtidos.
É aconselhável, portanto, que o trabalho seja organizado de forma a oferecer às crianças a possibilidade de contato, uso e exploração de materiais, como caixas, latinhas, diferentes papéis, papelões, copos plásticos, embalagens de produtos, pedaços de pano, etc. “ (REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL página 100)
Em sala conversamos um pouco sobre a atividade, as crianças espontaneamente escolheram os riscantes e os objetos a serem pintados.  O interesse delas em colori-los foi contagiante, cada qual se acomodou e deu início a sua produção.

Em meio às pinceladas, ouvia-se comentários como:
-”Da hora! É isto que vou pintar”,
-“Puxa! vou deixar isto bem colorido!”
- “Prô, dá todo dia isso pra gente pintar!”.

Esta atividade “para além do lápis e do papel”,  resultou momentos agradáveis de integração e de criação. A interação das crianças nestes momentos permitiu a ampliação do processo criativo.


Em sala fizemos a exposição dos trabalhos e as crianças apreciaram melhor as produções e avaliaram a vivência daquela tarde.


(...) a experiência expressiva não depende de uma busca desenfreada a fazer mais e mais. Tão importante quanto fazer, é ver, apreciar, fruir. O tempo de fazer deve ser equilibrado com o tempo de olhar, pensar, imaginar e conhecer processos de produção. (ORIENTAÇÕES CURRICULARES Expectativas de Aprendizagens e Orientações Didáticas p.117)



Vídeo registro:

Outras experiências de criação e expressão pela arte:
Variando riscantes e materiais